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‘ start every week with a break-neck urgent design ‘

Ontem a vida não foi fácil, hoje a vida não foi fácil.  O meu Photoshop parou de funcionar logo no começo da tarde. Na minha baia de trabalho, cada um esbravejou pelo menos uma vez porque alguma coisa deu errado. De modo que, por um minuto, eu desejei um Fight Club pós-expediente. Eu era muito novo quando vi esse filme, achava-o bem feito coisa e tal, mas não sabia do que poderia ser a necessidade de um clube da luta.

Só pra ficar claro: já desisti da ideia!

” bang bang, he shot me down “

Curti Amores Imaginários. Os depoimentos são ótimos e têm um movimento de câmera que me lembra gente arregalando o olho. Tipo, que porra é essa, meu irmão? Mostra um negódi amor irracional e a grande incidência de pessoas que tragam pé-na-bunda e soltam ódio pela boca. Morri de rir com a piada da mãe do Fiuk loiro (apelido dado pelo Mário) e com a aparição de um dos maiores galãs franceses (tirando o Xavier) vivos no filme.

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Pina – Wim Wenders

As fotos de Donata Wenders na Bravo! deste mês são lindas.

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Virou minha cabeça

Derde que vi ‘A Hora da Estrela’, acho que todas as cartomantes têm a cara de Fernandão:

Fui procurar um otorrino no catálogo do plan de saúde e escolhi uma clínica com sobrenome “Gosling”, por motivos óbvios.

A MTV Brasil parece  estar voltando direitinho. Hoje vi ‘Ela Disse Adeus’ (1998), com direção de Andrucha (hehe), em sétimo lugar de nesses pesque-pagues da vida. Também vi o clipe de ‘The Suburbs’, dirigido por Spike Jonze, e tive saudade da minha adolescência. Acho que todas as músicas do Arcade Fire são um pouco feitas para o Spike.

Um dia ainda vou captar essas coisas, mas no Brasil.

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Do jeito que eu gosto

Aos que ainda não: vão ver ‘Lixo Extraordinário’ na semi-privacidade escura de uma sala pública, numa sala de cinema. É co-dirigido por João Jardim, de “Janela da Alma”.

Minha lembrança do Vik Muniz vem de quando acompanhei a entrevista dele para o Bastidores, antes da abertura da exposição que arrastou multidões ao MAM do Rio de Janeiro. Ele me pareceu ser um cara honesto. “Por que todo fotógrafo faz careta quando fotografa?”, perguntou-me depois dos cliques, rindo. Surpreendido, eu ri todo sem graça.

Estava com o livro do Ferreira nas mãos e, sem pensar, fechei-o, olhei a capa, percebi que a imagem era uma estampa de pedaços de papel, passei os dedos na parte branca com acabamento brilhante, abri o livro e meti-o na cara, dando uma cheirada bem gostosa. (Tenho dúvidas sobre algumas ênclises e vírgulas).

Ah, esqueci de contar que outro dia vi Ferreira entrando numa farmácia do Largo do Machado, atrás de uma moça que deve ser aquela que ganhou vestidos Mara Mac. Deu vontade de gritar “lindoooooo!”.

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Garapa

Cheguei em casa num domingo à tarde. Antes de repor meu sono, 10 horas de dívida, acabei assistindo à metade final deste filme no Canal Brasil. Deveria ser exibido nos ensinos médios da vida. Foi dirigido por José Padilha. É um dos documentários mais importantes a que já assisti. (Não sei se esta construção está correta, mas comunica)

Não aguento mais no Facebook: fotos de praia ensolarada, fotos de copos de cerveja e gente elogiando com força o filme Black Swan, como se fosse algo que mudasse a vida.

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no zapping da insônia

A Marcélia Catarxo sempre aparece na minha tevê por acaso, de madrugada. A primeira vez que notei foi no filme A hora da estrela (1985), que me fisgou numa dessas exibições no corujão da TVE. Hoje aconteceu a mesma coisa. Parei na Sesc TV porque achei a fotografia bonita e me dei conta de que era ela de novo. E aí o filme acabou.

Era o curta ‘Tempo de Ira (2003), dirigido por ela e por Gisella de Mello. A última cena é ótima, vai de um close ao plano geral só com o movimento do pau-de-arara.

E descobri que, felizmente, ela está engendrada em mim: fez Ana Raio e Zé Trovão, Você Decide, Madame Satã e uma penca de novelas e minisséries da Globo.

Gracias ao WordPress por ter salvado esse post como rascunho. Solitária lunar, a maior crueldade que pode acontecer com um insone às duas da manhã: ontem faltou luz na minha casa enquanto eu escrevia esse post. Todos os vizinhos tinham luz, menos eu. E fica aquela coisa no ar, é que nem cagar pela metade.

Oh, Ramona Canada

Alanis já é mãe. Deu o nome de Ever Imre ao primeiro filho (menos mal, achei que ela fosse dar ‘Overwhelmed’ ou ‘Namelessness’). Acho Imre difícil de ler, mas é original. Ela não deve acompanhar essa chuva de Bentos e Gaeis que está acontecendo aqui no Brasil.

Outro canadense que eu adoro, Michael Cera, casaria, está ótimo num dos filmes legais do ano: Scott Pilgrim Contra o Mundo. Todos os dias quando acordo, agradeço por ele não ter passado no teste para ser o menino que diz ‘i see dead people’. Se eu brocho quando o cara diz ‘sou ator’, imagine se o cara disser que é ator e ainda for mundialmente famoso por ter dito ‘i see dead people’ no cinema? Mas se ele convida alguém pra sair assim:

aí eu caso.

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Cena

Para as mulheres que esperam seus homens acordadas em casa, para este clichê: eu desejo sono à noite e coragem pela manhã.

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Vejão

Adorei esse filme ‘Plano B’, com a J-Lo.

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